A rinoplastia pode envolver objetivos estéticos e funcionais na mesma cirurgia. Quando há indicação médica, a parte funcional pode ser autorizada pela Unimed ou por outro convênio, e a parte estética é particular.
Nesta página, você entende como essa divisão costuma funcionar.
O que é parte funcional e o que é parte estética
Parte funcional, que pode ter cobertura do plano:
- correção do desvio de septo;
- cirurgia dos cornetos nasais;
- correção de sequelas de trauma, como desvio da pirâmide nasal ou afundamentos;
- outras alterações estruturais que prejudicam a respiração.
Parte estética, sempre particular:
- afinar o nariz;
- diminuir ou refinar a ponta;
- alterar o perfil;
- reduzir a largura nasal.
O que o convênio pode pagar
Conforme o contrato e a autorização da operadora, o plano pode cobrir, na parte funcional:
- consultas e exames;
- internação e centro cirúrgico;
- anestesia;
- procedimentos funcionais nasais e os honorários correspondentes, conforme a rede ou o reembolso previsto no plano.
O que é particular
- os honorários da parte estética;
- custos ligados ao tempo e aos materiais adicionais da parte estética, conforme as regras do hospital e do plano.
Os valores particulares são apresentados depois da avaliação médica, quando o planejamento da cirurgia está definido.
Exemplo com a Unimed
Uma paciente com desvio de septo e dificuldade para respirar deseja também refinar a ponta do nariz. Depois da avaliação médica e dos exames, a correção do septo é solicitada à Unimed. Se autorizada, a parte funcional segue pelo plano e o refinamento da ponta é orçado à parte, como particular.
Assim, a paciente tem uma única cirurgia, uma única anestesia e um único pós-operatório. O exemplo é ilustrativo: cada caso é avaliado individualmente.
O convênio cobre toda a cirurgia?
Não quando há parte estética. Além disso, cada operadora tem regras próprias, com diferenças entre:
- tipos de contrato;
- cobertura hospitalar;
- rede credenciada;
- e critérios de autorização.
Para entender as regras gerais, veja o que a ANS prevê sobre a cobertura de rinoplastia. Se o seu plano é Unimed Curitiba, confira o passo a passo da autorização.
Como saber se o seu caso tem indicação funcional?
Por meio de avaliação médica. Na consulta, são analisados:
- sintomas respiratórios;
- anatomia nasal;
- exames;
- histórico do paciente;
- e alterações estruturais.
Função e estética podem caminhar juntas
O planejamento da rinoplastia considera, além da aparência:
- qualidade respiratória;
- harmonia facial;
- naturalidade;
- e preservação da identidade do paciente.